Moradores flagram jacaré na Lagoa Grande em Feira de Santana; assista
25/09/2015

Portal Vale a Pena Ver
A Lagoa Grande, em Feira de Santana, se tornou local de visitação por curiosos. Haviam boatos de que existiam jacarés no local. Mas agora não há dúvidas. Os animais existem e são da espécie jacaré-de-papo-amarelo (Caiman latirostris), de ampla distribuição geográfica. A espécie já esteve ameaçada de extinção em virtude da poluição de seu habitat e da caça predatória para a retirada do couro e consumo da carne.
Uma equipe do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Inema) fez uma inspeção na área da Lagoa Grande, entre os bairros Caseb e Parque Getúlio Vargas na manhã desta sexta-feira (25) e
constatou que agora não se tratam mais de boatos e que os jacarés realmente existem na lagoa. O coordenador do órgão, Messias Gonzaga, acredita que os jacarés tenham sido trazidos por alguma pessoa e devem ser retirados do local.

“Temos que ver quantos são. Os nossos técnicos vão entrar no circuito para ver o que fazer. As pessoas ficam falando que os animais não representam perigo, mas se alguém for morto, quem vai ser responsabilizado é o Estado”, disse ao Acorda Cidade.
Assista:

(Moradores flagram jacaré na Lagoa Grande em Feira de Santana - Foto: Reprodução / Internet)
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A Lagoa Grande, em Feira de Santana, se tornou local de visitação por curiosos. Haviam boatos de que existiam jacarés no local. Mas agora não há dúvidas. Os animais existem e são da espécie jacaré-de-papo-amarelo (Caiman latirostris), de ampla distribuição geográfica. A espécie já esteve ameaçada de extinção em virtude da poluição de seu habitat e da caça predatória para a retirada do couro e consumo da carne.
Uma equipe do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Inema) fez uma inspeção na área da Lagoa Grande, entre os bairros Caseb e Parque Getúlio Vargas na manhã desta sexta-feira (25) e
constatou que agora não se tratam mais de boatos e que os jacarés realmente existem na lagoa. O coordenador do órgão, Messias Gonzaga, acredita que os jacarés tenham sido trazidos por alguma pessoa e devem ser retirados do local.

“Temos que ver quantos são. Os nossos técnicos vão entrar no circuito para ver o que fazer. As pessoas ficam falando que os animais não representam perigo, mas se alguém for morto, quem vai ser responsabilizado é o Estado”, disse ao Acorda Cidade.
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