Micareta sem Cordas: Governo do Estado poderá investir em atrações de peso
Foto: Divulgação
A opinião do articulista político Humberto Cedraz, na edição de quarta-feira (14), do jornal Folha do Estado, sobre Micareta sem Cordas do Governo do Estado, repercutiu intensamente na imprensa de Feira e entre foliões com sinais amplos da aceitação e até mesmo de cobrança para que o Governo do Estado realize o evento, na Micareta deste ano, um evento paralelo ao acontecido no Carnaval de Salvador.
A repercussão foi ampliada, a ponto do governador Rui Costa ser provocado a falar a cerca do assunto na última sexta-feira (16), durante evento em que convidou a imprensa de todo o Estado para a apresentação da Via Expressa Barradão, que será inaugurada este sábado (17). O governador disse claramente que se for vontade do povo, que o Estado pode, sim investir na contratação de atrações de peso para a festa que acontecerá no próximo mês de abril.
Essa semana, o jornal Folha do Estado tratou da questão, nas edições da última quarta-feira (14) e quinta-feira (15), onde ouviu a população nas ruas da cidade e representantes da imprensa, sobre a necessidade de maior investimento por parte do Estado na mais tradicional festa do interior baiano. A maioria segue a linha de que sendo a maior Micareta do Brasil e também a primeira, na cidade mais importante do interior da Bahia torna-se até imperativo, que esse paralelo entre a Micareta sem Cordas, já existente em Feira desde o ano passado, seja robustecido com o Micareta sem Cordas do Governo do Estado.
Durante a apresentação da Via Expressa Barradão, o governador Rui Costa foi provocado pelo repórter Jorge Bianchi, em entrevista ao programa Levante a Voz da Rádio Sociedade News, a respeito da matéria exclusiva do Jornal Folha do Estado que exprimiu a opinião de que o Governo do Estado deveria investir em contratações de atrações de peso fazendo assim a Micareta sem Cordas.
Respondendo ao questionamento do repórter, Rui Costa admitiu a possibilidade de investimentos do Estado nesse aspecto. “Já fazemos investimentos em setores importantes, dentre os quais a saúde e a segurança pública. Porém, se essa for a vontade da população, por que não investir? A festa é grandiosa, a maior do interior e vamos discutir a questão com quem de direito e ver esta possibilidade”, admitiu.
Fonte: Folha do Estado

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