Caso Bruna: acusado de estuprar e matar adolescente pode não ser julgado por júri popular
Foto: Reprodução
LUCAS GOMES
Suspeito de estuprar e matar a adolescente Bruna Santana Mendes, 16, em fevereiro deste ano, o catador de materiais recicláveis, Gilmar Dantas dos Santos, 41, pode não ser julgado perante ao júri popular. Ele participou de uma audiência que aconteceu na última terça-feira (11).
A defesa recorreu para uma suposta insanidade mental do acusado. Na audiência, a ex-mulher de Gilmar apresentou um laudo de exames que atesta o possível estado mental do seu ex-marido.
De acordo com a promotora Semiana Cardoso, será necessário aguardar a decisão do juiz para encerramento do caso. Ela disse ainda que, possivelmente, o acusado será encaminhado para realização de novos exames para comprovar a sua saúde mental.
Caso seja comprovado a insanidade mental de Gilmar, ele não poderá ir a júri popular. Para a defensora pública Manuela Passos, o acusado não pode ser submetido a júri popular mesmo que não seja comprovado a insanidade mental, visto que, para ela, o crime cometido por ele não se enquadra em homicídio e sim uma tentativa de estupro seguida de morte.

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