Acusada de mandar matar ex-marido deve ficar presa em sala especial e Conjunto Penal não tem estrutura
Foto: Arte/Reprodução
O Conjunto Penal de Feira de Santana não tem estrutura para aprisionar a advogada Gláucia Mara Ottan Machado Ferraz, acusada de mandar matar o ex-marido e advogado, Júlio Zacarias Ferraz, 43 anos. O corpo dele foi encontrado em Oliveira dos Campinhos, povoado de Santo Amaro (leia mais aqui).
A unidade prisional não possui sala de Estado-Maior. O ambiente é uma espécie de prisão especial para receber a custodiada. O estatuto da OAB prevê que os advogados que forem presos sejam tratados de forma excepcional.
O diretor do Conjunto Penal, capitão Allan Araújo, informou que se o judiciário ordenar a permanência da acusada na unidade, ele terá que avaliar a possibilidade devido o pavilhão feminino não possuir estrutura necessária.

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